Diocese de Teófilo Otoni
Diocese de Teófilo Otoni
PARÓQUIAS

Imaculada Conceição - Frei Gaspar

Cidade: Frei Gaspar -MG


Rua Francisco B Couto, s/n – Centro

39840-000 – Frei Gaspar – MG

E-mail: pnsiconceicao@bol.com.br

ADM PAR: Pe. Núbio Zini

Nasc: 29.10.1972 – OP: 21.11.2010

SECRETÁRIA: Vadcélia A de Oliveira

Telefone: 98726-6138/(33)3512-1224

CRIAÇÃO: 11.03.1994

Histórico da paróquia

Em cumprimento a uma reinvindicação da comunidade reunida em assembleia comunitária, em seis de outubro de 1991, na qual pediram a presença permanente de um sacerdote, que morasse e atendesse a comunidade, aos onze de março de 1994, o bispo diocesano Dom Waldemar Chaves Araújo baixou o decreto de criação da nova paroquia que recebeu como padroeira Nossa Senhora da Imaculada Conceição. A sede da nova paroquia é a própria cidade de Frei Gaspar.

A capela que até então era atendida pelos padres Capuchinhos de Itambacuri agora com a criação continua sendo assistida pelos mesmo.

No dia 29 de março de 1994 o padre Cesário Ferreira de Almeida visitou a nova paroquia e tomou conhecimento da realidade. Assumiu a paroquia como primeiro Pároco no dia 09 de abril do mesmo ano.

Nos dias 25 e 26 de março de 1995 aconteceu a primeira reunião da paroquia com objetivo de revisar o primeiro ano de caminhada da nova paroquia. Ao final do encontro o seminarista Aureliano explicou sobre a nova missão e afirmou que os grupos deveriam trabalhar juntos, vivendo o chamado de Deus na comunidade e quais as dificuldades encontradas na vivencia desse chamado.

No dia 29 de novembro de 2003 em reunião coordenada pelo Padre Máximos Bonino juntamente com o conselho paroquial foi comunicado que Padre Cesário seria candidato a prefeito do município tendo em vista a situação política do mesmo município.

No dia 15 de maio de 2004 aconteceu um encontro das lideranças da paroquia coordenada por padre Francisco Dorneles Cerqueira que viera a assumir a paroquia. Posteriormente a Padre Francisco, assumiu a paroquia os religiosos da congregação dos Redentoristas com a presença de padre Elio Ataíde e padre José Carlos e com a contribuição do Irmão Argemiro que permaneceram por 4 anos à frente nos trabalhos pastorais e administrativos da paroquia.

No dia 02 de dezembro de 2016 assumiu a paroquia padre Núbio Zini que até então vinha atendendo a Paroquia de São João Batista de Ouro Verde de Minas. Ficando o padre responsável pelas duas paroquia.

A paroquia tem atualmente 18 comunidades.

  1. São José: Fazenda do Senhor Tinin
  2. Santo Antônio: Alto Bela Vista,
  3. São Pedro: Alto Bela Vista,
  4. São Francisco: Cibrão,
  5. São João Batista: Paraguai
  6. São Jorge: Vila do Jorge
  7. São Joaquim: Barra de Boa Ventura
  8. São Geraldo: Barra de Boa Ventura
  9. Menino Jesus: Córrego das Pedras
  10. Bom Jesus: João Lima
  11. Santa Terezinha: Mundo Novo
  12. Nossa Senhora de Fatima: Água Fria
  13. São João Batista: Vai Quem Quer
  14. São Boa Ventura: Boa Ventura
  15. Nossa Senhora Aparecida: Vila Rica
  16. Nossa Senhora das Graças: Cachoeira do Aranã
  17. Nossa Senhora Aparecida: Palmeiras
  18. Matriz Nossa Senhora da Imaculada Conceição: Frei Gaspar (cidade)

Fonte de pesquisa: Livro de Tombo da Paróquia.


Histórico do município

Na história do Estado de Minas, Frei Gaspar começa a se destacar na década de 30, período que se aproxima de sua emancipação (dezembro de 1938 – ano em que também adotou a tipologia atual).

Não se pode precisar com exatidão de que modo se organizou seu povoamento uma vez que não existem dados nem estudos que possam compor uma historiografia. O certo é que suas características se confundem e se igualam aos demais povoados de então, cuja penetração no território ia de encontro ao embate imposto pela natureza com suas trincheiras de arbustos, caatingas, chapadas, serras e outras dificuldades para a colonização e travessa.

Além da hostilidade da natureza, há que se observar a presença de indígenas nesta região, fato que motivou a presença catequizadora dos capuchinhos Serafim Gorizia e Ângelo de Sassoferrato. Deve-se salientar que mesmo distante dos grandes centros de mineração – que tanto marcaram o Estado na fase de Capitania – existem registros de negros escravos em fazendas da região.

Sem jazidas de ouro, sem “entradas” e longe da tradição dos minérios conduzidos pela Rio-Bahia, o município se organizou através de correntes que não souberam investigar com propriedade a extensão de seu território – ainda hoje é fato a verificação de grandes latifundiários donatários de terra desgastadas pelos anos de subsistência desordenada.

Muito tempo transcorreu para que o aspecto do município ganhasse as proporções que hoje conhecemos. Os dos povoados de Cibrão e Cachoeira do Aranã junto aos córregos que perfazem a geografia são os responsáveis pela maioria do povoamento e de certo modo sintetizam a ocupação marcada por espaços vagos e contradições ainda de não de todo explicáveis. Frei Gaspar é um município por se descobrir e pronto para restabelecer suas tradições.

A ORIGEM DO NOME -Tendo por base os estudos realizados por Joaquim Ribeiro da Costa no seu toponímia de Minas Gerais (Imprensa Oficial – 1970) com estudo histórico da divisão territorial e administrativa de Minas Gerais fica-se sabendo que Frei Gaspar faz parte da relação dos 237 municípios criados conforme “Minas Gerais” de 31 – XII- 1962, lei de nº 2.764 e “Prontuário Geral da Divisão Judiciária e Administrativa do Estado”, editado pelo Departamento Estadual de Estatística, com ligeiras correções, conforme o autor.

Ainda no mesmo livro no capítulo que se refere ao Desdobramento histórico da Divisão Municipal, descobre-se que o município fazia parte dos 314 municípios que estavam sob a jurisdição da primitiva Vila de Sabará sendo desmembrado de Itambacuri junto com Ataléia, campanário, Frei Inocêncio, Nova Módica, Pescador e São José do Divino. O município de Ataléia foi criado no ano de 1923.

Fonte de pesquisa: http://freigaspar.mg.gov.br/


Publicado em: 23/04/2018


PALAVRA DO PAPA

 

"Nunca, nunca, nunca insultar os outros, os pais. Nunca insultar o pai, a mãe. Nunca. Tomem esta decisão interior. A partir de hoje nunca insultarei o pai ou a mãe de quem quer que seja. Nos deram a vida. Nunca insultá-los”,

PAPA FRANCISCO

PALAVRA DO BISPO

Sé vacante ou Sede vacante (do latim Trono vazio), no direito canônico da Igreja Católica Romana, corresponde ao período em que a Sé episcopal de uma Igreja particular está sem ocupante.[1] Isto significa que para uma diocese, o bispo diocesano faleceu, renunciou, foi transferido ou perdeu seu ofício. Caso haja um bispo coadjutor, com direito a sucessão, na diocese este é imediatamente conduzido ao governo da Sé episcopal e esta não fica vacante.

 

PADRE AURILDES - Administrador Diocesano